Sendo assumidamente fashion victim achei por bem sucumbir à gripe da moda...
Daí esta minha "ausenciazinha".... com a febre a fazer estoirar neurónios como pipocas, não sobrava nenhum para construir frases...
I'm back! :)
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
domingo, 19 de dezembro de 2010
Padrões
Segundo algumas teorias nós somos levados a escolher os nossos companheiros mediante um padrão. Esse padrão é uma "consequência" de experiências do passado que nos marcaram.
Já ando a pensar nisso há algum tempo para tentar determinar qual é o meu padrão.
Recentemente tudo fez sentido, agregando as conversas e experiências dos meus amigos (sim, é bom deixar isto na terceira pessoa) vou mais longe.
Não há um padrão por pessoa, isso seria um desperdício de combinações, há sim dois padrões que funcionam com quase todas as pessoas.
São eles:
- As pessoas que gostamos mas que não gostam de nós ou não nos tratam como merecemos
- e as pessoas que gostam de nós, que em menos de ápice rotulamos de chatas ou opressivas.
Sou, ou não sou uma rapariga prática?
PS: é claro que há sempre 5% de sacanitas que não se enquadram em nenhuma das opções anteriores. Penso neles como produto do Truman Show (figurantes pagos por uma criatura maquiavélica) que só existem para nos "atazanarem"!!
Já ando a pensar nisso há algum tempo para tentar determinar qual é o meu padrão.
Recentemente tudo fez sentido, agregando as conversas e experiências dos meus amigos (sim, é bom deixar isto na terceira pessoa) vou mais longe.
Não há um padrão por pessoa, isso seria um desperdício de combinações, há sim dois padrões que funcionam com quase todas as pessoas.
São eles:
- As pessoas que gostamos mas que não gostam de nós ou não nos tratam como merecemos
- e as pessoas que gostam de nós, que em menos de ápice rotulamos de chatas ou opressivas.
Sou, ou não sou uma rapariga prática?
PS: é claro que há sempre 5% de sacanitas que não se enquadram em nenhuma das opções anteriores. Penso neles como produto do Truman Show (figurantes pagos por uma criatura maquiavélica) que só existem para nos "atazanarem"!!
Shoe miracle
Cada vez que decido fazer uma shoe shopping em Lisboa fico com um certo amargo de boca.
Se quero coisas diferentes das usuais, tenho que me preparar psicologicamente para "escavacar" o limite de crédito do cartão.
Mesmo os sapatos menos convencionais já estão mais batidos que sapatos vintage.
Por isso, escuso de vos dizer, que as lágrimas me vieram aos olhos quando descobri o Jeffrey Campbell. Sapatos completamente fora do comum, baratos e entregam em Portugal.
Comovidas também?
1, 2, 3, compras...

Se quero coisas diferentes das usuais, tenho que me preparar psicologicamente para "escavacar" o limite de crédito do cartão.
Mesmo os sapatos menos convencionais já estão mais batidos que sapatos vintage.
Por isso, escuso de vos dizer, que as lágrimas me vieram aos olhos quando descobri o Jeffrey Campbell. Sapatos completamente fora do comum, baratos e entregam em Portugal.
Comovidas também?
1, 2, 3, compras...

Sapatos da imagem - 122 €
sábado, 18 de dezembro de 2010
Anti-"ralações"
Em conversa com um ex de algum tempo atrás, comprovei aquilo que o mundo me tem dito e eu tenho sempre negado: sou do contra.
Não com aquele exemplo que todas as pessoas dão... se é azul não faz sentido que é de outra cor qualquer.
O meu “contraísmo” aparece naquilo onde ninguém espera, nas ligações efectivas.
Sempre que começo uma ligação com uma nova pessoa a única coisa que tenho bem presente na memória são as relações que não quero ter.
Os exemplos dos meus pais, dos meus avós, com todos os meus exs, trilham o caminho por onde nunca irei deixar que a minha relação actual enverede.
Se assim é, parece que andamos no mundo apenas para arrecadar o máximo de maus exemplos possível. Então quando acertamos? Quando tivermos feito todos os erros determinados? Nesse caso o nosso objectivo deveria ser ter o máximo de péssimas relações possível para descobrirmos mais cedo a relação ideal?
Por esta lógica desde que nascemos, vivemos numa corrida frenética para o disparate, o que amealhar mais erros tem o prémio de descobrir o “certo” mais rápido que outros!
Portanto, se vives constantemente a queixar-te da tua falta de sorte aos amores e das tuas relações frustantes alegra-te, se já acumulaste um número considerável de falhanços o mais provável é estares quase a chegar ao prémio final.
Esta teoria de “ralações” amorosas tem um “je ne sais quoi” de carrinhos de choque... mas torna os nossos desaires amorosos carregadinhos de significado... mais uma ficha mais uma volta?
Bom, acho que acabei de arranjar material para três sessões de psicoterapia...
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
A "alma" dos sapatos
Segundo o meu sapateiro é possível destruir a "alma" dos sapatos, depois disto quem consegue afirmar que os sapatos não têm sentimentos???
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