As mudanças de opinião são importantes!
Nunca percebi porque é que as pessoas vêem com tão maus olhos estas mudanças. Ok, não concordo que se mude de opinião por "dá-cá-aquela-palha", mas quando nos apercebemos que estamos errados, mudar parece ser a única saída possível.
Rio-me para dentro quando a meio de uma conversa alguém berra furiosamente "não tinhas essa opinião antes!", como quem diz "apanhei-te!".
Há sempre pessoas dispostas a gritar "inconsistência!".
Para mim, inconsistência não é mudar de opinião, inconsistência é ter uma opinião e não saber justificá-la!
Quando me cruzo com alguém que me diz "vem cá os Red Hot Chili Peppers, vais vê-los? Tu gostavas deles, não era?" a minha resposta é "ui, onde é que isso já vai!".
Não me arrependo de um dia ter gostado de Red Hot, tenho que admitir que houve até uma altura que devo ter estado apaixonada pelo Anthony Kiedis, achava o Flea o máximo e comecei a gostar da atitude dos baixistas devido a ele!... Mas hoje em dia, os Red Hot passam na rádio e eu mudo de rádio... Sorry...
Eu mudei, os meus gostos mudaram... Milhares de vezes e Graças a Deus!!!
A mudança tem sempre qualquer coisa de desconhecido, de aventura... É como começar um caderno novo, com as folhas todas em branco e sem dobras nos cantos...
Assumo publicamente (por favor, não usem isto contra mim depois) que adoro que me dêem argumentos para mudar de opinião, é como se me desvendassem um atalho novo num caminho que costumava fazer todos os dias, já viram a gasolina que poupo?!
Normalmente meto logo na caixinha das boas conversas, trocas de ideias que no fim alguém ganha. Nem tenho que ser eu, o que interessa é que no fim ganhamos todos mais argumentos para justificar as nossas opiniões.
Não é obrigatório termos grandes justificações para as ideias que temos mas quando as temos o nosso cérebro fica arrumado, fazendo uma analogia com as lides domésticas, é como arrumar gavetas, ninguém aparentemente consegue ver essa arrumação mas dá-nos uma imensa paz de espírito!!
Sempre que alguém gritar na vossa direcção "antes não tinhas essa opinião!", respondam simplesmente "antes, eu andava de jardineiras e gostava!"...
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Bad news!
É com grande pena minha que anuncio o grunge voltou a estar na moda...
Por amor de nossa senhora, desta vez LAVEM O CABELO...
Obrigada!
Por amor de nossa senhora, desta vez LAVEM O CABELO...
Obrigada!
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Snifar ou não snifar, eis a questão...
Estamos completamente errados em relação à nossa frequência de banhos!!
Já não há nada a fazer, passou para o domínio do provado cientificamente.
Os seres humanos atraem-se com base no odor. A hormona responsável é a feromona. Agora chega a parte mais curiosa... De onde os cientista extraíram essa hormona?
Os cientistas extraíram as feromonas femininas da urina e as feromonas masculinas do suor. Portanto já sabem, os homens que queiram ser atraentes, por favor, evitem banhos... Mulheres, se quiserem bater a concorrência, urinem em tudo o que rodeie o "macho" da vossa eleição.
É nesta altura que os gays suspiram de alívio mas desenganem-se... O estudo provou que os homossexuais masculinos reagem como as mulheres ao suor masculino, o que explica em parte a política do Trumps em relação a deixar entrar toda a gente até ser mais fácil produzir suor do que andar....
Outro ponto curioso do estudo, foi que o mesmo não se passa com as lésbicas... Com lésbicas o estudo foi inconclusivo. Ou seja, a homossexualidade masculina é biológica mas a feminina não!?!?
Acho que têm material aqui para mais uns estudos...
E agora?
Se está provado que o nariz é que comanda a atracção e que no fundo, no fundo, andamos por aí a "snifarmo-nos" uns aos outros, o que fazemos?
Promovemos o nariz a obsceno?
Começamos a usar "narigueiras" por pudor? (com excepção das lésbicas, é claro!)
Realmente, expressões como "não metas o nariz onde não és chamado" passam a ter um novo significado... Justificam uma data de parceiros mal escolhidos... E até devia ser considerada erótica!
... E o que quererá dizer, segundo o novo prisma, "narizinho no ar"?
E quando estamos com o nariz entupido, deixamos de nos sentir atraídos pelas pessoas ou apenas escolhemos as pessoas erradas?
Então promovendo o nariz a símbolo fálico, o descongestionante nasal passa á categoria de lubrificante? e a bomba de água de mar passa á categoria de vibrador? Passam ambos a ser vendidos em sex shops.
Também há outro factor a ter em conta... O tamanho do nariz... (o tamanho é sempre um assunto delicado com senhores). O que quererá dizer um nariz grande? Um pinga-amor? Tem alguma vantagem competitiva na escolha de parceiros?
E os palhaços? Porque é que usam narizes grandes, redondos e vermelhos? Será que quem teve esta ideia não passa de um debochado?
E a história do pinóquio que nos contaram em pequeninos?!?! É uma sorte sermos mentalmente tão saudáveis.
Á minha frente está um senhor com um nariz enorme, pelo sim, pelo não... vou mudar de café...
Já não há nada a fazer, passou para o domínio do provado cientificamente.
Os seres humanos atraem-se com base no odor. A hormona responsável é a feromona. Agora chega a parte mais curiosa... De onde os cientista extraíram essa hormona?
Os cientistas extraíram as feromonas femininas da urina e as feromonas masculinas do suor. Portanto já sabem, os homens que queiram ser atraentes, por favor, evitem banhos... Mulheres, se quiserem bater a concorrência, urinem em tudo o que rodeie o "macho" da vossa eleição.
É nesta altura que os gays suspiram de alívio mas desenganem-se... O estudo provou que os homossexuais masculinos reagem como as mulheres ao suor masculino, o que explica em parte a política do Trumps em relação a deixar entrar toda a gente até ser mais fácil produzir suor do que andar....
Outro ponto curioso do estudo, foi que o mesmo não se passa com as lésbicas... Com lésbicas o estudo foi inconclusivo. Ou seja, a homossexualidade masculina é biológica mas a feminina não!?!?
Acho que têm material aqui para mais uns estudos...
E agora?
Se está provado que o nariz é que comanda a atracção e que no fundo, no fundo, andamos por aí a "snifarmo-nos" uns aos outros, o que fazemos?
Promovemos o nariz a obsceno?
Começamos a usar "narigueiras" por pudor? (com excepção das lésbicas, é claro!)
Realmente, expressões como "não metas o nariz onde não és chamado" passam a ter um novo significado... Justificam uma data de parceiros mal escolhidos... E até devia ser considerada erótica!
... E o que quererá dizer, segundo o novo prisma, "narizinho no ar"?
E quando estamos com o nariz entupido, deixamos de nos sentir atraídos pelas pessoas ou apenas escolhemos as pessoas erradas?
Então promovendo o nariz a símbolo fálico, o descongestionante nasal passa á categoria de lubrificante? e a bomba de água de mar passa á categoria de vibrador? Passam ambos a ser vendidos em sex shops.
Também há outro factor a ter em conta... O tamanho do nariz... (o tamanho é sempre um assunto delicado com senhores). O que quererá dizer um nariz grande? Um pinga-amor? Tem alguma vantagem competitiva na escolha de parceiros?
E os palhaços? Porque é que usam narizes grandes, redondos e vermelhos? Será que quem teve esta ideia não passa de um debochado?
E a história do pinóquio que nos contaram em pequeninos?!?! É uma sorte sermos mentalmente tão saudáveis.
Á minha frente está um senhor com um nariz enorme, pelo sim, pelo não... vou mudar de café...
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Especialistas versus Generalistas...
Este é um dilema muito pessoal que me "atazana" a mente desde que tenho memória: devemos conduzir o nosso conhecimento para um tema específico ou devemos generalizá-lo?
Sei, por análise, que os especialistas alcançam sempre o sucesso antes dos generalistas.
Como devemos escolher o objecto da nossa generalização? De repente "plim" só gostamos de música? De repente "plim" só gostamos de motores híbridos?... e estamos dispostos a dedicar a nossa vida a isso?
Devo ter vindo da universidade que mais especialistas forma por ano, o técnico. Não me refiro só às áreas técnicas... são especifícos por feitio.
- Será culpa do famoso "dom"? Alguém que descobriu o "dom" a tempo e horas e teve a sorte de se dedicar a ele...
- Será uma forma de autismo? só conseguimos ver e assimilar "aquilo"...
- Será que é a única coisa para a qual temos geneticamente jeito?
- será que quanto mais nos especializamos mais a nossa curiosidade se aguça para descobrirmos ainda mais sobre o tema?
Serão os generalistas, específicos que ainda não descobriram o "dom"?
Talvez os generalistas não consigam saciar a sua curiosidade apenas com um tema. Por mais que se goste de gambas, é possível que se goste de robalo e até de brócolos.
Não digo que seja impossível especializar-nos com sucesso em mais que um tema, dois talvez... mas para o fazer "como deve ser" devemos estar dispostos a abdicar de algumas importantes como: vida social, "me" time e até mesmo vida sentimental...
Assim-assim, podemos fazer milhares de coisas. Saber um bocadinho de tudo, sem ser o verdadeiro "sabichão". Para pessoas seriamente curiosas é este o caminho que aconselho a seguir... para pessoas mais metódicas, especialização, sem dúvida.
Também podemos ser "bonzinhos" em dois ou três temas, agora "supra-sumo" acredito que só num...
O que me consola é que os "supra-sumos" que conheço se convertem num instante em workaholics e aí a única paixão ou fogo provém do objecto de especialização... e é tão bom ficar assim, a sentir calor de várias frentes...
Sei, por análise, que os especialistas alcançam sempre o sucesso antes dos generalistas.
Como devemos escolher o objecto da nossa generalização? De repente "plim" só gostamos de música? De repente "plim" só gostamos de motores híbridos?... e estamos dispostos a dedicar a nossa vida a isso?
Devo ter vindo da universidade que mais especialistas forma por ano, o técnico. Não me refiro só às áreas técnicas... são especifícos por feitio.
- Será culpa do famoso "dom"? Alguém que descobriu o "dom" a tempo e horas e teve a sorte de se dedicar a ele...
- Será uma forma de autismo? só conseguimos ver e assimilar "aquilo"...
- Será que é a única coisa para a qual temos geneticamente jeito?
- será que quanto mais nos especializamos mais a nossa curiosidade se aguça para descobrirmos ainda mais sobre o tema?
Serão os generalistas, específicos que ainda não descobriram o "dom"?
Talvez os generalistas não consigam saciar a sua curiosidade apenas com um tema. Por mais que se goste de gambas, é possível que se goste de robalo e até de brócolos.
Não digo que seja impossível especializar-nos com sucesso em mais que um tema, dois talvez... mas para o fazer "como deve ser" devemos estar dispostos a abdicar de algumas importantes como: vida social, "me" time e até mesmo vida sentimental...
Assim-assim, podemos fazer milhares de coisas. Saber um bocadinho de tudo, sem ser o verdadeiro "sabichão". Para pessoas seriamente curiosas é este o caminho que aconselho a seguir... para pessoas mais metódicas, especialização, sem dúvida.
Também podemos ser "bonzinhos" em dois ou três temas, agora "supra-sumo" acredito que só num...
O que me consola é que os "supra-sumos" que conheço se convertem num instante em workaholics e aí a única paixão ou fogo provém do objecto de especialização... e é tão bom ficar assim, a sentir calor de várias frentes...
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Muletas Sentimentais
Acho que entre todos os vínculos de relações humanas possíveis há um que tem sido negligenciado e esquecido ao longo dos tempos.
Não pensamos neles mas no fundo eles dão mais afecto que os amantes e mais suporte que a família. São bem mais que amigos, são uma sub-categoria de amigos que devia ser promovido a uma categoria por si. São as chamadas "muletas sentimentais".
São aqueles supra-amigos que estão nas alturas mais díficeis para nos agarrar a mão e oferecer o ombro ou o colo.
Com eles não temos vergonha de assumir as nossas fraquezas e de dizer que estamos mesmo "lixados" com "F" grande.
Podemos passar meses sem lhes dirigir a palavra mas na altura do sufoco é como se estivessem em speed-dial no nosso telefone, são a nossa primeira opção.
Não sei se vos acontece o mesmo que me acontece a mim, tenho amigos da altura do colégio que vejo algumas vezes no ano. Com esses amigos é como se não quisessemos estragar a fotografia que eles têm de nós de há décadas atrás. Esses estão completamente fora dos nossos fracassos sentimentais ou profissionais, para eles queremos sempre mostrar uma aura de sucesso e de auto-confiança.
Se eles acreditarem que temos sucesso, é como se aquela jovem idealista que achava que conseguia mudar o mundo com um estalar de dedos, ainda existisse algures...
Mas há sempre os amigos do infortúnio, aqueles que tem um carisma qualquer que nos faz desabafar "o que nos vai na alma" logo a seguir ao bom dia.
Como eles não há medos estúpidos, fraquezas vergonhosas ou inseguranças infantis... não há julgamentos, nem rótulos... apenas uma compaixão que não nos faz sentir fracos.
Precisamos dos amigos para nos convencer a nós próprios que somos fabulosos mas precisamos das nossas "muletas sentimentais" quando estamos demasiados cansados para fingir...
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