quinta-feira, 31 de março de 2011
domingo, 27 de março de 2011
Queres a verdade ou algo simpático?
A maior mentira do mundo é que queremos sempre ouvir a verdade...
Há verdades que doem como espadas. Nesses casos, por mais que custe a admitir à maior parte das pessoas, ninguém quer a verdade mas sim um ponto intermédio a "verdade que queremos ouvir".
Torcemo-nos e rezamos para ouvir as melodiosas palavras de uma caridosa e simpática mentira, dita com a pompa de uma verdade.
Mais uma vez, o tom de voz conta! A maneira como a mentira nos é posta tem que ter a certeza e a determinação de uma verdade.
Para os mais crentes (ou para os optimistas), o tom de voz nem tem que ser tão certo assim, pode ser dita de qualquer maneira e a imaginação e a ingenuidade tratam de limar as arestas.
A verdade é como uma faca, não há volta a dar-lhe, agora uma mentira graciosa quase nos conforta, nos afaga os cabelos e até nos puxa o cobertor para cima nas noites de inverno.
Nestas mentiras quase podemos tirar um moral da história, da verdade só conseguimos tirar amargura.
Pondo em prática, queremos mesmo saber que o nosso parceiro deu uma facadinha?
Em público respondemos que sim sem pestanejar mas secretamente... Não é bom acreditar no romance perfeito?
E se soubermos? O que fazemos com essa informação?
Temos a verdade e...?!?! Temos direito a uma medalha de latão e a um coração em frangalhos...
Dizem que só os loucos são verdadeiramente felizes... lá está...
Para um louco, o que vale a verdade? Exactamente o mesmo que uma anedota...
... e afinal quem é mais louco? Quem se consome com entoações e pela busca da verdade mais cruel ou quem se ri disso tudo??
Há verdades que doem como espadas. Nesses casos, por mais que custe a admitir à maior parte das pessoas, ninguém quer a verdade mas sim um ponto intermédio a "verdade que queremos ouvir".
Torcemo-nos e rezamos para ouvir as melodiosas palavras de uma caridosa e simpática mentira, dita com a pompa de uma verdade.
Mais uma vez, o tom de voz conta! A maneira como a mentira nos é posta tem que ter a certeza e a determinação de uma verdade.
Para os mais crentes (ou para os optimistas), o tom de voz nem tem que ser tão certo assim, pode ser dita de qualquer maneira e a imaginação e a ingenuidade tratam de limar as arestas.
A verdade é como uma faca, não há volta a dar-lhe, agora uma mentira graciosa quase nos conforta, nos afaga os cabelos e até nos puxa o cobertor para cima nas noites de inverno.
Nestas mentiras quase podemos tirar um moral da história, da verdade só conseguimos tirar amargura.
Pondo em prática, queremos mesmo saber que o nosso parceiro deu uma facadinha?
Em público respondemos que sim sem pestanejar mas secretamente... Não é bom acreditar no romance perfeito?
E se soubermos? O que fazemos com essa informação?
Temos a verdade e...?!?! Temos direito a uma medalha de latão e a um coração em frangalhos...
Dizem que só os loucos são verdadeiramente felizes... lá está...
Para um louco, o que vale a verdade? Exactamente o mesmo que uma anedota...
... e afinal quem é mais louco? Quem se consome com entoações e pela busca da verdade mais cruel ou quem se ri disso tudo??
sábado, 19 de março de 2011
Wild thing, you make my heart sing!
O nosso fascínio pelo risco também se aplica à nossa vida amorosa.
Quantas pessoas é que ouvem dizer que preferem bad boys ou bad girls?
Temos sempre a esperança secreta que somos nós que vamos pôr a pessoa nos eixos ou que ela será bad person para outros mas para nós será um anjo.
Esta necessidade de procurar pessoas "perigosas" deve ter qualquer coisa a ver com a nossa fobia por vidas monótonas. Sabemos que ao lado destas pessoas a nossa vida vai ser uma aventura.
... ou então ainda estamos numa fase tardia da adolescência onde queremos chocar os nossos pais...
A uma bad person associamos sempre a corda bamba e todos gostamos de instabilidade na nossa vida.
No caso das mulheres, sabem sempre que ao lado de um bad boy vão ter drama... daqueles de fazer chorar as pedras da calçada.
Qualquer declaração de amor tem muito mais valor vinda de um escroque do que de uma boa pessoa. É como se fosse uma batalha ganha...
As mulheres não gostam de presas demasiado fáceis, tem que haver luta, tem que haver conquistas e, é claro, dramalhão...
Já os homens, como é de seu hábito, associam as bad girls a... Sexo! Frenético, violento e principalmente... frequente. A sociedade amedrontou os homens com a ideia que as good girls têm dores de cabeça frequentes, logo as bad girls são a feliz excepção.
E o que acontece quando finalmente se conquistam as bad persons?
Inferno...
As mulheres queixam-se de má sorte por se terem apaixonado pela pessoa errada e passam a vida a fazer coisas lunáticas como: verificar os horários de actividades e tirar ilações sobre as horas sem justificação, inspeccionar o telemóvel à procura de nomes suspeitos, observar com cuidado as colegas de trabalho para tentar perceber até que ponto é que representam perigo, etc...
Os homens tornam-se possessivos, tentam aniquilar todos os traços de libertinagem da bad girl e percebem que no meio de tanta discussão não há tanto sexo assim...
Ambos os sexos se enganam e ambos os sexos continuam a investir no mesmo padrão, com a esperança de conseguir converter algum ou pelo menos domá-lo para si...
Resumindo, brincamos com o fogo, queimamo-nos e voltamos a colocar lá a mão...
Quantas pessoas é que ouvem dizer que preferem bad boys ou bad girls?
Temos sempre a esperança secreta que somos nós que vamos pôr a pessoa nos eixos ou que ela será bad person para outros mas para nós será um anjo.
Esta necessidade de procurar pessoas "perigosas" deve ter qualquer coisa a ver com a nossa fobia por vidas monótonas. Sabemos que ao lado destas pessoas a nossa vida vai ser uma aventura.
... ou então ainda estamos numa fase tardia da adolescência onde queremos chocar os nossos pais...
A uma bad person associamos sempre a corda bamba e todos gostamos de instabilidade na nossa vida.
No caso das mulheres, sabem sempre que ao lado de um bad boy vão ter drama... daqueles de fazer chorar as pedras da calçada.
Qualquer declaração de amor tem muito mais valor vinda de um escroque do que de uma boa pessoa. É como se fosse uma batalha ganha...
As mulheres não gostam de presas demasiado fáceis, tem que haver luta, tem que haver conquistas e, é claro, dramalhão...
Já os homens, como é de seu hábito, associam as bad girls a... Sexo! Frenético, violento e principalmente... frequente. A sociedade amedrontou os homens com a ideia que as good girls têm dores de cabeça frequentes, logo as bad girls são a feliz excepção.
E o que acontece quando finalmente se conquistam as bad persons?
Inferno...
As mulheres queixam-se de má sorte por se terem apaixonado pela pessoa errada e passam a vida a fazer coisas lunáticas como: verificar os horários de actividades e tirar ilações sobre as horas sem justificação, inspeccionar o telemóvel à procura de nomes suspeitos, observar com cuidado as colegas de trabalho para tentar perceber até que ponto é que representam perigo, etc...
Os homens tornam-se possessivos, tentam aniquilar todos os traços de libertinagem da bad girl e percebem que no meio de tanta discussão não há tanto sexo assim...
Ambos os sexos se enganam e ambos os sexos continuam a investir no mesmo padrão, com a esperança de conseguir converter algum ou pelo menos domá-lo para si...
Resumindo, brincamos com o fogo, queimamo-nos e voltamos a colocar lá a mão...
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